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LICENÇA PARA (DES)MATAR: OS DESCAMINHOS DA NECROPOLÍTICA DO DISCURSO PARANOICO NA ONU AO ASSASSINATO DE POBRES NO RIO. LISZT VIEIRA

 LISZT VIEIRA

No discurso de Bozonaro na ONU só faltou uma coisa: dizer que a Terra é plana
No discurso de Bozonaro na ONU só faltou uma coisa: dizer que a Terra é plana. Mas ele ainda vai chegar lá, seguindo seu Guru

LISZT VIEIRAEnquanto o mundo discute desenvolvimento sustentável com proteção ambiental e justiça social, o presidente do Brasil ataca seus fantasmas pessoais e as alucinações que lhe povoam a mente: Cuba, Venezuela, os índios, o socialismo etc.

O discurso de Bozonaro na ONU foi ideológico e dirigido a seu público interno. Confirma que ele continua na guerra fria, negando a realidade. O inimigo está em toda parte: na Universidade, nas escolas, na imprensa, nas ONGs, nos cientistas, todos eles a serviço do comunismo. Mas ele, Bozonaro, salvou o país do socialismo!

Trata-se de paranoia de um idiota arrogante, que enxerga perseguição em tudo e todos. O Brasil está ameaçado por um pequeno país como Cuba. E também pela França que quer invadir e roubar a Amazônia. Seu discurso patético não agradou os investidores e chega a colocar em risco o agronegócio, ameaçado de perder mercado consumidor na Europa. O embaixador aposentado Rubens Ricupero afirmou que esse discurso “desastroso” pode ter reflexos negativos em acordos comerciais e na relação com investidores estrangeiros (Estadão, 25/9/2019).

Dizer que protege a Amazônia não convenceu ninguém. Os fatos falam mais alto do que a retórica. Ele desmontou o Ministério do Meio Ambiente, esvaziou a política de proteção ambiental afastando funcionários, transferindo órgãos e liquidando a fiscalização ambiental. Incentivou o desmatamento e as queimadas que produziram os terríveis incêndios florestais na Amazônia.

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